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Decorreu entre 31 de Outubro e 1 de Novembro a XI Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Brasília, na República Federativa do Brasil.

Desta cimeira que reuniu os seus membros, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste resultou no que parece ser uma estratégia para uma década, podemos mesmo concluir pelo que foi tornado público que existe uma nova visão estratégica para a CPLP.

A nova visão Estratégica da CPLP, define as prioridades da organização para a próxima década, a qual prevê apostar na economia, nomeadamente energia e turismo, facilitar a circulação no espaço lusófono e orientar a cooperação para o desenvolvimento sustentável. sendo as principais preocupações e apostas desta nova estratégia a cooperação económica e empresarial, segurança alimentar e nutricional, energia, turismo, ambiente, oceanos e plataformas continentais, cultura, educação e ciência, tecnologia e ensino superior.

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Em termos de segurança alimentar e nutricional pode haver lugar à materialização da Declaração CPLP sobre  Desafios de Segurança Alimentar e Nutricional, em Maputo, a Julho 2012.

Observa-se que pretende-se concretizar um reforço dos mecanismos para facilitar a circulação de pessoas dentro do espaço lusófono.

Nesta nova visão resultado da mais recente cimeira da CPLP salienta-se a vontade de todos os membros promoverem um maior envolvimento da sociedade civil nas atividades da comunidade, reforçar a cooperação multilateral e promover a igualdade de género e consolidar o português como língua de comunicação global, língua de conhecimento e língua de negócios, de modo a que seja possível valorizar o potencial das diásporas da CPLP e das comunidades situadas noutros países e regiões do mundo, que preservam a influência da língua portuguesa e partilham laços históricos e culturais com os países da organização.

Esta nova visão e estratégia da CPLP é justificada e subscrita pelos chefes de Estado e de Governo membros da CPLP devido as alterações ocorridas na conjuntura político-económica no âmbito mundial e as mudanças internas nos Estados-membros, havendo por isso a necessidade de "intervenção em novas dimensões", valorizando o papel dos países lusófonos na "promoção da paz, da estabilidade e da segurança internacional, e no processo de desenvolvimento económico e social".

Registamos que a Segurança Alimentar e Nutrição são aspectos que ganham atenção merecida e necessária no seio da CPLP, na sequência do Dia Mundial da Alimentação (16-Out), foi realizado em Lisboa no passado dia 28 de Outubro o 1.º AgroFórum Países da CPLP”, organizado pela Câmara Agrícola Lusófona (CAL), em parceria com a Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), Fundação AIP e a Feira Internacional de Lisboa (FIL). 

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Relevante e muito oportuna iniciativa que visou o fortalecimento da articulação e o diálogo com as tutelas dos Estados membros da CPLP, no setor da agricultura e desenvolvimento rural, assim como também promoção e debate de outros temas, tais como “O Potencial do Agronegócio na CPLP”, “A Importância da Iniciativa Privada no Desenvolvimento da CPLP”, “Oportunidades e Constrangimentos na CPLP” e “Empreendedorismo, Marketing e Finanças – Novas Abordagens e Soluções”, respetivamente.

Foi possível assistir à assinatura de protocolos institucionais, nomeadamente a apresentação da Declaração Final do Fórum, um momento de degustação de especialidades gastronómicas e uma Mostra Espaço Agro-Lusófono.

Parece razoável concluir que este primeiro AgroForúm trata-se de uma iniciativa muito importante e até extraordináriamente pertinente na consolidação do Mecanismo de Participação do Setor Privado no CONSAN-CPLP e contribui para a implementação da Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional (ESAN-CPLP), aprovada em 2011, pelos Estados membros da CPLP, com o objetivo de contribuir para a erradicação da fome e da pobreza na Comunidade.

Também em Lisboa nos próximos dias 2 e 3 de Novembro na sede da CPLP em Lisboa realiza-se o IV Fórum das Inspeções de Segurança Alimentar e Atividades Económicas da CPLP. Novamente a Segurança Alimentar a merecer a respectiva atenção, que se cumpram os programas, metas e objectivos.

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O CINSA decorreu nos dias 21 e 22 de outubro de 2016 no conselho de Tábua, localizada entre terrenos de serra (Estrela, Lousã, Buçaco e Caramulo). Foi organizado pela fundação Sarah Beirão e António Costa Carvalho com a colaboração da Universidade de Coimbra e Universidade de Las Palmas de Gran Canárias.

Saudamos a iniciativa, com dupla satisfação, primeiro porque já tardava em Portugal haver um momento e um evento destas características, e em segundo lugar o facto de decorrer em Outubro, mês onde se comemora o Dia Mundial da Alimentação (16 de Outubro) e a Nutrição e Segurança Alimentar. Na Statusknowledge damos muita importância a este tipo de iniciativas, em particular o nosso Departamento de Consultadoria em Segurança Alimentar que esteve presente a assistir os trabalhos e a totalidade do programa, sendo que o mesmo foi abrangente e não se tratou somente de HACCP.

O congresso contou com a participação de vários especialistas Nacionais e Internacionais nas mais variadas áreas, tais como Saúde Publica, Doenças Crónicas não transmissíveis, Nutrição comunitária, Dieta mediterrânea, politicas alimentares, Tecnologia e industria Alimentar, Implementação de sistemas de segurança alimentar, alimentos processados, Análise sensorial e Suplementos alimentares.

IMG 20161021 084727O objetivo do congresso passou pela análise de diversas temáticas emergentes em nutrição e segurança alimentar com especial incidência na Gastronomia Regional e Tradicional.

Foi apresentada uma exposição de cartazes com os trabalhos realizados por grupos de trabalho das várias especialidades referidas anteriormente. Estes cartazes e respetivas apresentações foram alvo de avaliação por um júri de 3 elementos da comissão científica. Na cessão de encerramento foram atribuídos prémios de 1º e 2º classificados para as melhores apresentações e para os melhores cartazes.

Ao longo do congresso foi abordada a importância da Dieta Mediterrânea para a saúde dos consumidores. A apresentação de estudos de uma dieta mediterrânea equilibrada aplicada aos consumidores, traduz-se na diminuição de problemas coronários. A moderação e o exercício físico são aspetos fundamentais a ter em conta.

A dieta mediterrânea não traduz só um padrão alimentar mas também um estilo de vida em que se dá valor à reunião de pessoas em volta de uma mesa. A influência da paisagem dos locais que promovem a dieta mediterrânea apresentam também bastantes semelhanças ente si o que traduz também o lado cultural que a dieta mediterrânea origina.

 A educação e transmissão destas informações à população é algo que já está no terreno e que tem como alvo principal as crianças e que segue o caminho de alargamento a uma população mais abrangente.

O controlo da segurança alimentar é algo que não é descorado, havendo a nível nacional autoridades competentes que promovem a fiscalização da qualidade dos géneros alimentícios a nível nacional e europeu.

CINSA 2016

Foi demonstrado através de estudos elaborados por investigadores, de novos produtos que visam contribuir para a obtenção de produtos alimentares que tenham um impacto menos negativo na saúde dos consumidores. Foi exemplificado um estudo realizado com indivíduos com um grau de alergia muito elevado a pelo menos dois alergénios: os peixes, bivalves e crustáceos. Estes indivíduos voluntários sujeitaram-se ao consumo de uma espécie de anémona, comum da costa portuguesa, a fim de verificar a sua reação. O resultado final foi positivo, pois não houve qualquer tipo de reação dos indivíduos que se sujeitaram ao teste.

Tendências para o futuro

1 – O cuidado na substituição de Aditivos Sintético por Aditivos Naturais é uma preocupação de futuro e que enfrenta ainda muitas barreiras que têm de ser ultrapassadas, nomeadamente a análise de testes de segurança alimentar e consequente aprovação por parte das entidades competentes.

Os aditivos alimentares sendo precedidos pela letra E, transmitem uma conotação negativa aos consumidores, pois associam-nos a algo que não é bom para a saúde. Sendo assim seria interessante criar uma codificação nova para os aditivos alimentares naturais, pois hoje em dia aos aditivos sintéticos e naturais têm o mesmo tipo de codificação.

2 – Estudar cientificamente os benefícios e as ligações corretas, dos frutos e verduras, a serem seguidas nas elaborações das bebidas Detox. Os benefícios que estas bebidas trazem podem ser inúteis se processadas de forma errada, por isso a importância de estudos aprofundados no que concerne as estas novas bebidas que estão muito em voga na população nova.

3 – Um desafio que se apresenta num futuro próximo será a sustentabilidade da população humana, pois a mesma está em crescente e o esgotamento dos recursos alimentares será uma realidade. Como tal há que encontrar formas de ultrapassar esta provável escassez de alimento; e uma das formas, pode passar pelo consumo de insetos. O repto passará por vários pontos, nomeadamente designar quais os insetos que poderão ser consumidos de forma a garantir a segurança alimentar e outro ponto será pela forma em conseguir promover a aceitação do consumo de insetos por parte da população.

Palco

5 – A obesidade e os problemas cardiovasculares é algo que flagela grande parte da população, havendo a preocupação por parte das indústrias em criar novos alimentos que tenha em conta a redução de gorduras saturadas em prol das gorduras insaturadas; redução do colesterol, entre outras.

Também a divulgação de boas práticas de consumos alimentares e exercício físico às populações, principalmente às crianças é uma realidade dos dias de hoje, mas que necessita de maior divulgação. Será este o principal desafio.

Aqui chegados, gostámos da visita que fizemos a esta bonita região de Portugal, apreciámos a iniciativa, acreditamos que esta iniciativa merece ser replicada no futuro, certamente melhorando alguns aspectos qualitativos, entre outros, mas para primeira edição alcançou as expectativas.

Foi muito bom abordar de uma forma profuda um tema abrangente como Segurança Alimentar e Nutrição e não restringir ao HACCP por exemplo.

Haja saúde e muitas realizações para que 2017 seja o ano do 2.º CINSA.

Parabéns à organização!

Mais informações sobre CINSA vejam em http://cinsa.pt/. Sobre o que fazemos em Segurança Alimentar podem consultar AQUI.

 

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No passado mês de Setembro de 2016, no dia 26 partilhamos neste blog perspectivas económicas relevantes para o continente africano, resultado de uma entrevista protagonizada por um notável responsável do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD) Akinwumi Adesina (Para ver ou rever artigo clique neste link: https://goo.gl/3lON05).

Agora vimos aqui dar conta de mais novidades económicas do continente africano que são também sinais positivos, em particular para Moçambique.

Em Moçambique prevê-se para campanha agrícola de 2016-2017 um aumento de 10% segundo dados adiantados pelo executivo Moçambicano.

As autoridades em Moçambique assim demonstram procurar combater a escassez de bens alimentares, mas mais importante revela ser uma prática que visa evitar ou contrariar a dependência do exterior.

A campanha agrícola 2016-2017 em Moçambique tem seu início previsto para o dia 28 de Outubro, com uma colheita de cerca de 16 milhões de toneladas de culturas diversas.

Pelas contas oficias divulgadas pelo executivo moçambicano verifica-se uma aposta numa colheita da ordem dos 16 milhões de toneladas de culturas diversas, que será dominada por tubérculos e cereais, respectivamente com 12.7 e 2.8 milhões de toneladas. Esta previsão foi comunicada pelo director nacional da Agricultura e Silvicultura do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) Mahomed Valá. Segundo também este dirigente, em matéria de cereais, o milho terá um acréscimo exponencial com uma colheita que poderá ati antigir os 2.2 milhões de toneladas.

Existe também o objectivo de optimizar a produção agrícola, de forma a diversificar as culturas e a reduzir a dependência externa de Moçambique em matéria de géneros alimentícios, o que é de facto um desafio e uma necessidade que é imperativa assegurar com consequências que a concretizar-se só podem beneficiar o comportamento económico do país.

Com as condições geográficas, clima e face a qualidade da terra arável que Moçambique dispõe, é manifestamente a tendência de futuro que merece ser aposta e face os mais recentes objectivos divulgados, tudo indica que no futuro imediato tudo aponta para uma diversificação e melhoria da produção agrícola numa parte do continente africano que pode fazer a diferença e com resultados positivos pode servir de exemplo a seguir por outros estados africanos.

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